Entre a técnica e a ética, a Medicina contemporânea é chamada a responder não apenas por seus atos, mas também pela forma como se comunica. Ao articular legislação, doutrina e jurisprudência, o livro demonstra que a confiança não é apenas valor ético, mas verdadeiro fundamento jurídico de responsabilização. Com abordagem clara e crítica, convida acadêmicos, profissionais do Direito e da Medicina a repensarem seus paradigmas e a reconhecerem o consentimento informado, o diálogo e a transparência como elementos indispensáveis à prevenção de litígios, reafirmando a confiança — e sua ruptura — como núcleo da relação médico-paciente.