A revolução digital alterou profundamente a dinâmica das disputas eleitorais, trazendo a inteligência artificial para o centro do debate democrático. Se, por um lado, as novas tecnologias oferecem ferramentas de eficiência para a gestão pública e para o engajamento cívico, por outro, impõem desafios complexos à integridade do pleito e à liberdade de escolha do eleitor. Este livro examina esse cenário de forma técnica, propondo o direcionamento ético da tecnologia para fins democráticos e a neutralização de ameaças sistêmicas que podem comprometer a soberania popular.
A obra analisa as “ciberpatologias” da comunicação política contemporânea e apresenta caminhos práticos para a atuação das instituições eleitorais. Nesta 2ª edição, o conteúdo foi revisado e ampliado para incorporar as Resoluções do TSE de 2026, oferecendo um referencial jurídico atualizado para o enfrentamento do uso de algoritmos em eleições de alto risco.