Os pacientes judiciários encontram-se na fronteira entre saúde mental e sistema penal, e sua realidade necessita de atenção aos impasses na harmonização entre medidas de segurança e Direitos Humanos. A obra propõe caminhos para a ampliação do debate, articulando o rigor acadêmico à urgência (bio)ética e social do tema, de modo a compreender e transformar o cenário apresentado. Essencial a quem se interessa pela promoção da dignidade e dos direitos dos pacientes judiciários.